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Início Sobremesas

Tarte de alfarroba e chocolate

Uma sobremesa deliciosa e tipicamente algarvia. Aprenda a fazer tarte de alfarroba e chocolate com esta receita tradicional.

RRL por RRL
4 de Janeiro, 2024
em Sobremesas
0
Tarte de alfarroba e chocolate

Tarte de alfarroba e chocolate

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A alfarroba é um ingrediente muito usado na doçaria tradicional algarvia, dando aos doces um sabor muito próprio e apelativo, assim como uma cor que é inconfundível. Assim, não é de admirar que sejam muitas as receitas que incorporam este ingrediente, como é o caso desta magnífica tarte de alfarroba e chocolate.

Se ficou com vontade de experimentar esta tarte de alfarroba e chocolate, deite mãos à obra segundo as nossas indicações, e verá que não vai ficar desiludido. Os resultados são tão bons que vai repetir a receita muitas mais vezes, seja para adoçar a boca a meio da semana, seja quando vai ter convidados em sua casa. Aprenda a fazer uma deliciosa tarte de alfarroba e chocolate.

Tempo50 minutos minutos
Calorias319kcal
Doses8

INGREDIENTES

Para a base:

  • 25 g de farinha de alfarroba
  • 75 g de farinha
  • 60 g de açúcar em pó
  • 50 g de manteiga
  • 1 pitada de sal
  • 1 ovo

Para o recheio:

  • 180 g de açúcar amarelo
  • 50 g de farinha de alfarroba
  • 35 g de cacau em pó
  • 75 g de amêndoa moída
  • 4 gemas
  • Raspa de 1 limão
  • 2 colheres de sopa de manteiga derretida
  • 1 colher de café de extrato de baunilha
  • 1 pitada de canela
  • 1 chávena de água fria
  • 1 pitada de sal
  • Cacau para polvilhar

PREPARAÇÃO

  • Pré-aqueça o seu forno a 180ºC.
  • Prepare a base juntando todos os ingredientes numa taça. Misture até ter uma massa moldável.
  • Cubra uma tarteira com papel vegetal e, por cima, espalhe a massa anterior.
  • Pique o fundo da massa. Leve ao forno durante 10 minutos.
  • Retire a base do forno e reserve, sem desligar o forno.
  • Numa taça, bata as gemas, o açúcar e a água, até ter um creme fofo.
  • Junte a alfarroba, cacau e amêndoa, assim como a canela, o sal, a baunilha, as raspas e a manteiga.
  • Bata tudo muito bem, até ficar homogéneo.
  • Despeje o recheio por cima da base que está na tarteira.
  • Leve ao forno por cerca de 35 minutos.
  • Deixe arrefecer a tarte antes de a desenformar. Cubra com cacau antes de servir.

DICAS

  • Personalize ainda mais a base da sua tarte juntando-lhe outros ingredientes a seu gosto, como pedaços pequenos de chocolate ou até algumas ervas aromáticas, como a erva-doce.
  • Para garantir que a base fica lisa e não cresce no forno, cubra-a com papel vegetal e uns pesos para tarte. Retire o papel vegetal e os pesos antes de verter o recheio por cima.
  • Junte um pouco de whisky, café ou brandy ao recheio da sua tarte, para lhe dar um sabor ainda mais original e diferente.
  • Se quiser, pode sempre usar uma base de compra, como a massa folhada ou a massa quebrada. No entanto, o sabor não será tão intenso como no caso desta receita que lhe deixamos.
  • Decore a tarte a seu gosto, com frutos secos picados, canela, açúcar em pó ou frutas cristalizadas.
  • Esta tarte fica muito bem acompanhada de uma bola de gelado, especialmente de sabores como a baunilha e a nata.
Tags: tarte de alfarrobatarte de alfarroba e chocolate
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Mas uma beringela muito baça, enrugada ou com várias zonas danificadas merece mais atenção. Na fotografia, por exemplo, é possível encontrar frutos com diferentes níveis de brilho e aparência. 2. Deve estar firme, mas não completamente dura Pegue na beringela e pressione-a muito ligeiramente. O fruto deve apresentar uma boa firmeza. Se estiver excessivamente mole, pode já ter perdido qualidade. Por outro lado, a avaliação não deve ser feita apenas pela dureza: a variedade, o tamanho e o estado de desenvolvimento também influenciam a textura. A qualidade comercial da beringela é avaliada, entre outros aspetos, pela firmeza, pelo tamanho, pela aparência e pela ausência de danos ou podridões. Uma beringela fresca deve transmitir uma sensação de consistência quando pegamos nela. 3. Veja o cálice e o pé Há outro detalhe que muitas vezes passa despercebido: a parte verde que envolve a zona superior da beringela. Um cálice verde e com aspeto fresco é um sinal útil na escolha. Pelo contrário, quando esta zona aparece muito seca, acastanhada ou deteriorada, pode indicar que o fruto já perdeu qualidade. Este é precisamente um dos critérios referidos pela UC Davis na avaliação de beringelas destinadas ao consumo. É uma verificação particularmente simples porque não exige cortar nem apertar demasiado o fruto. 4. Evite beringelas com zonas moles, cortes ou podridão Pequenas marcas superficiais podem resultar do transporte e não significam necessariamente que a beringela esteja estragada. Já zonas claramente moles, feridas profundas, sinais de podridão ou alterações importantes da pele são motivos para escolher outro fruto. A qualidade pós-colheita da beringela deteriora-se relativamente depressa. A perda de água pode provocar perda de brilho, enrugamento da pele e uma textura mais esponjosa. Por isso, uma beringela que já apresenta vários destes sinais não é a melhor escolha, sobretudo se pretende utilizá-la apenas alguns dias depois. 5. Não escolha apenas pela cor É tentador pensar que quanto mais escura for a beringela, melhor será. A cor é, de facto, um dos elementos utilizados na avaliação de determinados tipos de beringela, mas não deve ser analisada isoladamente. Existem diferentes variedades, com formas, tamanhos e cores diferentes. Para uma escolha mais segura, observe o conjunto: pele lisa e com bom brilho; fruto firme; cálice verde e fresco; ausência de podridão; poucas lesões ou danos; aparência geral fresca. É a combinação destes sinais que dá uma indicação mais útil sobre a qualidade. E se a beringela estiver enrugada? O enrugamento é sobretudo um sinal de perda de água. À medida que a beringela perde água depois da colheita, a pele pode perder brilho e começar a apresentar rugas. A polpa também pode adquirir uma textura mais esponjosa. Isto não significa que qualquer pequena ruga torne automaticamente a beringela imprópria para consumo. É necessário observar também a presença de zonas moles, podridão, alterações anormais e o estado geral do fruto. Quanto mais evidentes forem estes sinais em conjunto, menor será a qualidade esperada. A beringela pequena é melhor? Não existe uma regra universal segundo a qual a beringela pequena seja sempre melhor. Existem diferentes variedades e diferentes utilizações culinárias. O tamanho pode influenciar a quantidade de sementes, a textura e outras características, mas não substitui a avaliação do estado de conservação do fruto. Se estiver a escolher beringelas para uma receita específica, a forma e o tamanho podem ser importantes. Para uma escolha geral, contudo, a frescura deve ser uma prioridade. Como conservar a beringela depois de comprar? A beringela é sensível às condições de conservação. Temperaturas demasiado baixas podem provocar danos pelo frio, enquanto a perda de água contribui para a perda de brilho, enrugamento e deterioração da textura. Por isso, se comprar beringelas frescas, o ideal é não as deixar esquecidas durante muitos dias. Quanto mais tempo passa, maior é a possibilidade de perderem aquela aparência firme e brilhante que tinham no momento da compra. Em resumo Para escolher uma boa beringela, não precisa de nenhum truque complicado. Observe primeiro a pele: deve apresentar bom brilho e poucas lesões. Depois, confirme que o fruto está firme e veja o estado do cálice. Evite exemplares com zonas moles, podridão ou sinais evidentes de desidratação. E há uma regra simples que vale a pena guardar: uma beringela bonita por fora não é apenas uma questão estética. O brilho, a firmeza e o estado do cálice ajudam a perceber quão fresca está.

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