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Início Peixe e marisco

Caldeirada de peixe à moda de Aveiro

Um prato típico que sabe a tradição e a mar. Aprenda a fazer caldeirada de peixe à moda de Aveiro com esta receita antiga.

RRL por RRL
24 de Março, 2024
em Peixe e marisco
0
Caldeirada de peixe à moda de Aveiro

Caldeirada de peixe à moda de Aveiro

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Aveiro é uma zona de Portugal com uma gastronomia rica, que prima pelos ingredientes de qualidade e pelos sabores cativantes e com um toque tradicional que têm conquistado gerações de gulosos. Para um prato rico e delicioso que nos mostre o melhor desta região, não pode deixar de experimentar esta caldeirada de peixe à moda de Aveiro.

A receita não podia ser mais simples, bastando reunir tudo num tacho e deixar que o calor faça a sua magia. Para resultados de excelência, escolha peixe bem fresco e de alta qualidade, assim como ingredientes saborosos para complementar o sabor dos peixes que escolheu e, assim, elevar ainda mais este prato.

Tempo45 minutos minutos
Calorias1026kcal
Doses4

INGREDIENTES

  • 4 postas médias de safio
  • 4 postas médias de raia
  • 4 postas médias de pescada
  • 2 carapaus médios
  • 2 sardinhas médias
  • 8 batatas
  • 1 cebola grande
  • 4 dentes de alho
  • 1 pimento vermelho
  • 400 g de tomate maduro
  • 3 dl de vinho branco
  • 0,5 dl de azeite
  • 1 colher de sobremesa de colorau
  • 1 folha de louro
  • 1 ramo de salsa
  • qb de sal
  • qb de pimenta

PREPARAÇÃO

  • Retire a cabeça e as tripas das sardinhas e do carapau.
  • Corte todos os peixes ao meio, no sentido transversal, e lave-os em água corrente.
  • Deixe que o peixe escorra bem.
  • Coloque o peixe num recipiente e tempere-o com o vinho branco, os alhos picados, a salsa, o colorau, e sal e pimenta a seu gosto.
  • Mexa para envolver todos os temperos no peixe, e deixe repousar por, pelo menos, 20 minutos.
  • Entretanto, corte a cebola em rodelas, assim como o tomate.
  • Corte o pimento em tiras e as batatas em rodelas não muito grossas.
  • Coloque uma camada de cebola no fundo de um tacho. Cubra com o pimento, o tomate, as batatas e o peixe.
  • Regue tudo com um pouco da marinada e azeite.
  • Repita estas camadas até esgotar os ingredientes.
  • Tape o tacho e leve-o a lume brando.
  • Assim que a caldeirada levantar fervura, deixe-a cozer por 30 minutos, sacudindo o tacho de vez em quando.
  • Retifique os temperos, se necessário, e sirva a caldeirada de imediato.

DICAS

  • Se quiser, pode usar outros tipos de peixe na caldeirada de peixe à moda de Aveiro, seja para substituir o peixe indicado, seja para o complementar.
  • É importante que deixe o peixe ganhar sabor na marinada, já que isto vai fazer toda a diferença em termos de sabor. Por isso, respeite os 20 minutos indicados (ou pode até deixar o peixe descansar mais tempo).
  • Corte todos os ingredientes em pedaços de tamanho semelhante, para que consigam cozer de uma forma uniforme. Assim, tem a certeza de que, no final dos 30 minutos, a sua caldeirada está mesmo pronta a servir.
  • Se necessário, pode colocar um pouco mais de vinho branco na sua caldeirada.
  • Abane o tacho de vez em quando, para garantir que os ingredientes não se começam a colar ao fundo. Não destape o tacho nem use uma colher de pau, para não desfazer as camadas que criou.
  • Sirva a caldeirada de peixe à moda de Aveiro com um pouco de salsa picada, para realçar ainda mais o sabor dos ingredientes. Também pode usar coentros, orégãos ou manjericão picados.
Tags: caldeiradacaldeirada de peixe
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Mas uma beringela muito baça, enrugada ou com várias zonas danificadas merece mais atenção. Na fotografia, por exemplo, é possível encontrar frutos com diferentes níveis de brilho e aparência. 2. Deve estar firme, mas não completamente dura Pegue na beringela e pressione-a muito ligeiramente. O fruto deve apresentar uma boa firmeza. Se estiver excessivamente mole, pode já ter perdido qualidade. Por outro lado, a avaliação não deve ser feita apenas pela dureza: a variedade, o tamanho e o estado de desenvolvimento também influenciam a textura. A qualidade comercial da beringela é avaliada, entre outros aspetos, pela firmeza, pelo tamanho, pela aparência e pela ausência de danos ou podridões. Uma beringela fresca deve transmitir uma sensação de consistência quando pegamos nela. 3. Veja o cálice e o pé Há outro detalhe que muitas vezes passa despercebido: a parte verde que envolve a zona superior da beringela. Um cálice verde e com aspeto fresco é um sinal útil na escolha. Pelo contrário, quando esta zona aparece muito seca, acastanhada ou deteriorada, pode indicar que o fruto já perdeu qualidade. Este é precisamente um dos critérios referidos pela UC Davis na avaliação de beringelas destinadas ao consumo. É uma verificação particularmente simples porque não exige cortar nem apertar demasiado o fruto. 4. Evite beringelas com zonas moles, cortes ou podridão Pequenas marcas superficiais podem resultar do transporte e não significam necessariamente que a beringela esteja estragada. Já zonas claramente moles, feridas profundas, sinais de podridão ou alterações importantes da pele são motivos para escolher outro fruto. A qualidade pós-colheita da beringela deteriora-se relativamente depressa. A perda de água pode provocar perda de brilho, enrugamento da pele e uma textura mais esponjosa. Por isso, uma beringela que já apresenta vários destes sinais não é a melhor escolha, sobretudo se pretende utilizá-la apenas alguns dias depois. 5. Não escolha apenas pela cor É tentador pensar que quanto mais escura for a beringela, melhor será. A cor é, de facto, um dos elementos utilizados na avaliação de determinados tipos de beringela, mas não deve ser analisada isoladamente. Existem diferentes variedades, com formas, tamanhos e cores diferentes. Para uma escolha mais segura, observe o conjunto: pele lisa e com bom brilho; fruto firme; cálice verde e fresco; ausência de podridão; poucas lesões ou danos; aparência geral fresca. É a combinação destes sinais que dá uma indicação mais útil sobre a qualidade. E se a beringela estiver enrugada? O enrugamento é sobretudo um sinal de perda de água. À medida que a beringela perde água depois da colheita, a pele pode perder brilho e começar a apresentar rugas. A polpa também pode adquirir uma textura mais esponjosa. Isto não significa que qualquer pequena ruga torne automaticamente a beringela imprópria para consumo. É necessário observar também a presença de zonas moles, podridão, alterações anormais e o estado geral do fruto. Quanto mais evidentes forem estes sinais em conjunto, menor será a qualidade esperada. A beringela pequena é melhor? Não existe uma regra universal segundo a qual a beringela pequena seja sempre melhor. Existem diferentes variedades e diferentes utilizações culinárias. O tamanho pode influenciar a quantidade de sementes, a textura e outras características, mas não substitui a avaliação do estado de conservação do fruto. Se estiver a escolher beringelas para uma receita específica, a forma e o tamanho podem ser importantes. Para uma escolha geral, contudo, a frescura deve ser uma prioridade. Como conservar a beringela depois de comprar? A beringela é sensível às condições de conservação. Temperaturas demasiado baixas podem provocar danos pelo frio, enquanto a perda de água contribui para a perda de brilho, enrugamento e deterioração da textura. Por isso, se comprar beringelas frescas, o ideal é não as deixar esquecidas durante muitos dias. Quanto mais tempo passa, maior é a possibilidade de perderem aquela aparência firme e brilhante que tinham no momento da compra. Em resumo Para escolher uma boa beringela, não precisa de nenhum truque complicado. Observe primeiro a pele: deve apresentar bom brilho e poucas lesões. Depois, confirme que o fruto está firme e veja o estado do cálice. Evite exemplares com zonas moles, podridão ou sinais evidentes de desidratação. E há uma regra simples que vale a pena guardar: uma beringela bonita por fora não é apenas uma questão estética. O brilho, a firmeza e o estado do cálice ajudam a perceber quão fresca está.

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