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Início Sobremesas

Pudim de claras com caramelo

Um pudim leve, delicioso, muito fácil de fazer, com poucos ingredientes e que nos delicia desde há gerações. Aprenda a fazer pudim de claras com caramelo!

RRL por RRL
6 de Fevereiro, 2022
em Sobremesas
0
Pudim de claras com caramelo

Pudim de claras com caramelo

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O pudim de claras com caramelo tem um aspeto único e especial, parecendo quase uma nuvem, e faz as delícias de muitas famílias portuguesas, que o preparam com frequência. Esta é também uma das sobremesas que mais se pode encontrar em restaurantes pelo nosso país fora, pela facilidade de preparo e pelo aspeto muito bem apresentado com que a sobremesa fica após pronta.

E se pensa que é algo de complicado, não se preocupe! O segredo para um bom pudim de claras está na temperatura em que é arrefecido, para manter a sua integridade. Recrie a receita em sua casa e faça hoje mesmo o seu pudim de claras com caramelo. Temos a certeza que vai adorar e querer repetir muitas vezes!

Pudim de claras com caramelo

Pudim de claras com caramelo

Um pudim leve, delicioso, muito fácil de fazer, com poucos ingredientes e que nos delicia desde há gerações. Aprenda a fazer pudim de claras com caramelo!
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Preparação 15 minutos minutos
Cozedura 30 minutos minutos
Tempo Total 45 minutos minutos
Refeição Sobremesa
Cozinha Portuguesa
Doses 4
Calorias 47 kcal

Ingredientes
  

  • 8 claras de ovo
  • 16 colheres de sopa de açúcar
  • qb de baunilha
  • qb de caramelo

Preparação
 

  • Comece por ligar o seu forno a 180ºC.
  • De seguida, unte bem a forma que vai usar com caramelo.
  • Numa tigela, bata bem as claras, até estarem em castelo.
  • De seguida, junte o açúcar aos poucos, batendo sempre.
  • Acrescente um pouco de vagem de baunilha a seu gosto e incorpore no pudim.
  • Verta o preparado na forma caramelizada.
  • Leve a forma ao forno em banho-maria, durante cerca de 30 minutos.
  • Depois, desligue o forno e abra ligeiramente a porta, para que o pudim possa arrefecer de forma gradual.
  • Desenforme o pudim apenas quando este estiver completamente arrefecido.

Dicas

  • As mudanças de temperatura bruscas comprometem a integridade do pudim enquanto este não estiver totalmente arrefecido, razão pela qual deve ficar no forno com a porta entreaberta.
  • Decore o pudim com frutos secos picados ou com um pouco de canela em pó. Uma cobertura de doce de ovos também combina com esta sobremesa e permite-lhe aproveitar as gemas.
  • Guarde o pudim no frigorífico para ajudar a manter a consistência e textura.
  • Certifique-se que o pudim está sólido antes de o desenformar, para evitar arruinar a sobremesa.
  • Pode usar vagem de baunilha ou extrato de baunilha para dar sabor ao pudim.
  • Junte uma pitada de sal às claras antes de as bater. Vai demorar mais tempo até estas ficarem em castelo, mas ficarão mais sólidas.

Dados Nutricionais

Serving: 100gCalorias: 47kcalHidratos de Carbono: 4gProteínas: 7gGordura: 1gSódio: 100mgPotássio: 98mgAçúcar: 4gCálcio: 4mgFerro: 1mg
Palavras-Chave pudim, pudim de claras, pudim de claras com caramelo
Tags: pudimpudim de claras
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Mas uma beringela muito baça, enrugada ou com várias zonas danificadas merece mais atenção. Na fotografia, por exemplo, é possível encontrar frutos com diferentes níveis de brilho e aparência. 2. Deve estar firme, mas não completamente dura Pegue na beringela e pressione-a muito ligeiramente. O fruto deve apresentar uma boa firmeza. Se estiver excessivamente mole, pode já ter perdido qualidade. Por outro lado, a avaliação não deve ser feita apenas pela dureza: a variedade, o tamanho e o estado de desenvolvimento também influenciam a textura. A qualidade comercial da beringela é avaliada, entre outros aspetos, pela firmeza, pelo tamanho, pela aparência e pela ausência de danos ou podridões. Uma beringela fresca deve transmitir uma sensação de consistência quando pegamos nela. 3. Veja o cálice e o pé Há outro detalhe que muitas vezes passa despercebido: a parte verde que envolve a zona superior da beringela. Um cálice verde e com aspeto fresco é um sinal útil na escolha. Pelo contrário, quando esta zona aparece muito seca, acastanhada ou deteriorada, pode indicar que o fruto já perdeu qualidade. Este é precisamente um dos critérios referidos pela UC Davis na avaliação de beringelas destinadas ao consumo. É uma verificação particularmente simples porque não exige cortar nem apertar demasiado o fruto. 4. Evite beringelas com zonas moles, cortes ou podridão Pequenas marcas superficiais podem resultar do transporte e não significam necessariamente que a beringela esteja estragada. Já zonas claramente moles, feridas profundas, sinais de podridão ou alterações importantes da pele são motivos para escolher outro fruto. A qualidade pós-colheita da beringela deteriora-se relativamente depressa. A perda de água pode provocar perda de brilho, enrugamento da pele e uma textura mais esponjosa. Por isso, uma beringela que já apresenta vários destes sinais não é a melhor escolha, sobretudo se pretende utilizá-la apenas alguns dias depois. 5. Não escolha apenas pela cor É tentador pensar que quanto mais escura for a beringela, melhor será. A cor é, de facto, um dos elementos utilizados na avaliação de determinados tipos de beringela, mas não deve ser analisada isoladamente. Existem diferentes variedades, com formas, tamanhos e cores diferentes. Para uma escolha mais segura, observe o conjunto: pele lisa e com bom brilho; fruto firme; cálice verde e fresco; ausência de podridão; poucas lesões ou danos; aparência geral fresca. É a combinação destes sinais que dá uma indicação mais útil sobre a qualidade. E se a beringela estiver enrugada? O enrugamento é sobretudo um sinal de perda de água. À medida que a beringela perde água depois da colheita, a pele pode perder brilho e começar a apresentar rugas. A polpa também pode adquirir uma textura mais esponjosa. Isto não significa que qualquer pequena ruga torne automaticamente a beringela imprópria para consumo. É necessário observar também a presença de zonas moles, podridão, alterações anormais e o estado geral do fruto. Quanto mais evidentes forem estes sinais em conjunto, menor será a qualidade esperada. A beringela pequena é melhor? Não existe uma regra universal segundo a qual a beringela pequena seja sempre melhor. Existem diferentes variedades e diferentes utilizações culinárias. O tamanho pode influenciar a quantidade de sementes, a textura e outras características, mas não substitui a avaliação do estado de conservação do fruto. Se estiver a escolher beringelas para uma receita específica, a forma e o tamanho podem ser importantes. Para uma escolha geral, contudo, a frescura deve ser uma prioridade. Como conservar a beringela depois de comprar? A beringela é sensível às condições de conservação. Temperaturas demasiado baixas podem provocar danos pelo frio, enquanto a perda de água contribui para a perda de brilho, enrugamento e deterioração da textura. Por isso, se comprar beringelas frescas, o ideal é não as deixar esquecidas durante muitos dias. Quanto mais tempo passa, maior é a possibilidade de perderem aquela aparência firme e brilhante que tinham no momento da compra. Em resumo Para escolher uma boa beringela, não precisa de nenhum truque complicado. Observe primeiro a pele: deve apresentar bom brilho e poucas lesões. Depois, confirme que o fruto está firme e veja o estado do cálice. Evite exemplares com zonas moles, podridão ou sinais evidentes de desidratação. E há uma regra simples que vale a pena guardar: uma beringela bonita por fora não é apenas uma questão estética. O brilho, a firmeza e o estado do cálice ajudam a perceber quão fresca está.

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