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Início Sobremesas

Mousse de chocolate tradicional

É talvez a mais clássica de todas as sobremesas e agrada aos paladares mais exigentes. Aprenda a fazer uma mousse de chocolate tradicional e caseira.

RRL por RRL
12 de Outubro, 2020
em Sobremesas
0
Mousse de chocolate tradicional

Mousse de chocolate tradicional

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Siga os passos seguintes e delicie-se com uma bela mousse de chocolate tradicional. Faz a delícia de qualquer um, e pode servi-la em doses generosas de maneira corrente ou com alguma decoração à mistura.

Vá etapa a etapa para ter a certeza da excelência do resultado final, que não deixará ninguém insatisfeito. É incomparavelmente melhor do que as mousses instantâneas! Por isso, não se deixe enganar e avance para uma divinal mousse de chocolate tradicional e caseira!

Mousse de chocolate tradicional

Mousse de chocolate tradicional

É talvez a mais clássica de todas as sobremesas e agrada aos paladares mais exigentes. Aprenda a fazer uma mousse de chocolate tradicional e caseira.
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Preparação 20 minutos minutos
Cozedura 0 minutos minutos
Frio 3 horas horas
Tempo Total 3 horas horas 20 minutos minutos
Refeição Sobremesa
Cozinha Portuguesa
Doses 6
Calorias 238 kcal

Ingredientes
  

  • 200 gr chocolate (para culinária)
  • 6 ovos
  • 8 colheres de sopa de açúcar
  • 1 colher de sopa de manteiga

Preparação
 

  • Parta o chocolate em pedaços pequenos e coloque num recipiente adequado para derreter juntamente com uma colher de sopa de manteiga.
  • Leve o recipiente ao banho-maria ou em alternativa coloque-o no microondas.
  • Ao chocolate derretido, junte as gemas delicadamente, uma a uma. Não pare de mexer, idealmente com a batedeira.
  • Adicione o açúcar e continue a bater.
  • Bata as claras em castelo e envolva delicadamente com o preparado anterior.
  • Coloque numa taça adequada e leve ao frio.

Dicas

  • A mousse pode ser servida decorada com aparas de chocolate, frutos vermelhos ou mesmo natas batidas.
  • Existe ainda um toque de uma bebida alcoólica misturada que também é muito apreciado por alguns. Contudo, servir e deliciar-se apenas com a própria mousse é sem dúvida muito bom… 🙂
  • Dois aspectos são muito importantes nesta sobremesa: o tempo de frio, que deve ser, se possível, de várias horas, e a mistura cuidadosa, de baixo para cima, das claras em castelo bem firmes no preparado com todos os restantes ingredientes.

Dados Nutricionais

Serving: 100gCalorias: 238kcalHidratos de Carbono: 22gProteínas: 7gGordura: 16gGordura Saturada: 8gColesterol: 164mgSódio: 69mgPotássio: 157mgFibras: 2gAçúcar: 19gVitamina A: 238IUCálcio: 33mgFerro: 2mg
Palavras-Chave mousse, mousse de chocolate, mousse de chocolate tradicional
Tags: moussemousse de chocolate
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Como escolher uma boa beringela? 5 sinais que deve procurar Escolher uma beringela no supermercado ou na feira parece simples, mas há alguns sinais que podem dizer muito sobre a qualidade do fruto. A pele, o brilho, a firmeza e até o estado do cálice são pistas importantes. Uma beringela fresca deve apresentar uma aparência viva e uma pele lisa e brilhante. Quando começa a perder água, pode ficar mais baça, enrugada e com uma textura menos firme. Por isso, antes de colocar uma no saco, vale a pena observar alguns detalhes. 1. A pele deve estar lisa e brilhante Um dos primeiros sinais a observar é precisamente a pele. Nas beringelas de casca roxo-escura, como muitas das que encontramos à venda, uma superfície brilhante e relativamente lisa é um bom indicador visual de qualidade. A UC Davis refere a firmeza e o brilho exterior entre os indicadores utilizados para avaliar a beringela. Não significa que uma pequena marca ou alteração superficial torne automaticamente o fruto impróprio. Mas uma beringela muito baça, enrugada ou com várias zonas danificadas merece mais atenção. Na fotografia, por exemplo, é possível encontrar frutos com diferentes níveis de brilho e aparência. 2. Deve estar firme, mas não completamente dura Pegue na beringela e pressione-a muito ligeiramente. O fruto deve apresentar uma boa firmeza. Se estiver excessivamente mole, pode já ter perdido qualidade. Por outro lado, a avaliação não deve ser feita apenas pela dureza: a variedade, o tamanho e o estado de desenvolvimento também influenciam a textura. A qualidade comercial da beringela é avaliada, entre outros aspetos, pela firmeza, pelo tamanho, pela aparência e pela ausência de danos ou podridões. Uma beringela fresca deve transmitir uma sensação de consistência quando pegamos nela. 3. Veja o cálice e o pé Há outro detalhe que muitas vezes passa despercebido: a parte verde que envolve a zona superior da beringela. Um cálice verde e com aspeto fresco é um sinal útil na escolha. Pelo contrário, quando esta zona aparece muito seca, acastanhada ou deteriorada, pode indicar que o fruto já perdeu qualidade. Este é precisamente um dos critérios referidos pela UC Davis na avaliação de beringelas destinadas ao consumo. É uma verificação particularmente simples porque não exige cortar nem apertar demasiado o fruto. 4. Evite beringelas com zonas moles, cortes ou podridão Pequenas marcas superficiais podem resultar do transporte e não significam necessariamente que a beringela esteja estragada. Já zonas claramente moles, feridas profundas, sinais de podridão ou alterações importantes da pele são motivos para escolher outro fruto. A qualidade pós-colheita da beringela deteriora-se relativamente depressa. A perda de água pode provocar perda de brilho, enrugamento da pele e uma textura mais esponjosa. Por isso, uma beringela que já apresenta vários destes sinais não é a melhor escolha, sobretudo se pretende utilizá-la apenas alguns dias depois. 5. Não escolha apenas pela cor É tentador pensar que quanto mais escura for a beringela, melhor será. A cor é, de facto, um dos elementos utilizados na avaliação de determinados tipos de beringela, mas não deve ser analisada isoladamente. Existem diferentes variedades, com formas, tamanhos e cores diferentes. Para uma escolha mais segura, observe o conjunto: pele lisa e com bom brilho; fruto firme; cálice verde e fresco; ausência de podridão; poucas lesões ou danos; aparência geral fresca. É a combinação destes sinais que dá uma indicação mais útil sobre a qualidade. E se a beringela estiver enrugada? O enrugamento é sobretudo um sinal de perda de água. À medida que a beringela perde água depois da colheita, a pele pode perder brilho e começar a apresentar rugas. A polpa também pode adquirir uma textura mais esponjosa. Isto não significa que qualquer pequena ruga torne automaticamente a beringela imprópria para consumo. É necessário observar também a presença de zonas moles, podridão, alterações anormais e o estado geral do fruto. Quanto mais evidentes forem estes sinais em conjunto, menor será a qualidade esperada. A beringela pequena é melhor? Não existe uma regra universal segundo a qual a beringela pequena seja sempre melhor. Existem diferentes variedades e diferentes utilizações culinárias. O tamanho pode influenciar a quantidade de sementes, a textura e outras características, mas não substitui a avaliação do estado de conservação do fruto. Se estiver a escolher beringelas para uma receita específica, a forma e o tamanho podem ser importantes. Para uma escolha geral, contudo, a frescura deve ser uma prioridade. Como conservar a beringela depois de comprar? A beringela é sensível às condições de conservação. Temperaturas demasiado baixas podem provocar danos pelo frio, enquanto a perda de água contribui para a perda de brilho, enrugamento e deterioração da textura. Por isso, se comprar beringelas frescas, o ideal é não as deixar esquecidas durante muitos dias. Quanto mais tempo passa, maior é a possibilidade de perderem aquela aparência firme e brilhante que tinham no momento da compra. Em resumo Para escolher uma boa beringela, não precisa de nenhum truque complicado. Observe primeiro a pele: deve apresentar bom brilho e poucas lesões. Depois, confirme que o fruto está firme e veja o estado do cálice. Evite exemplares com zonas moles, podridão ou sinais evidentes de desidratação. E há uma regra simples que vale a pena guardar: uma beringela bonita por fora não é apenas uma questão estética. O brilho, a firmeza e o estado do cálice ajudam a perceber quão fresca está.

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